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Adolescentes estão assustados com o futuro
Amira Laham
"Devemos conviver com a ideia de que, como qualquer outra escolha, a definição profissional é um processo de tentativa e erro"
Será que vai dar certo? - E se eu perceber que o curso que escolhi não tem nada a ver comigo? Na minha experiência em orientação vocacional/profissional essas são as perguntas que mais ouço, quase que invariavelmente, dos adolescentes que estão em dúvidas quanto ao que irão ser quando crescerem. Alguns ainda não cresceram, literalmente, encontram-se imaturos, com a cabeça num mundo que ainda não cabe uma decisão dessa dimensão e fazer escolhas desse naipe torna-se, no mínimo, muito confuso. Por outro lado, temos adolescentes já bem crescidinhos, que iguais aos primeiros, também têm dificuldade de escolher um curso que irão fazer na faculdade, desenvolvendo conflitos de identidade, traduzidos por sentimentos de impotência, incompetência e culpa. Porém, ao começarmos uma conversa com qualquer um deles, o sentimento que mais se percebe embutido em suas colocações é o medo. O nosso adolescente, via de regra, está muito assustado com o futuro, muito descrente de si e com pouca fé. E, convenhamos, não é para menos.
Se considerarmos que nosso sistema de avaliação para ingresso num curso superior é injusto, se pensarmos na pluralidade de cursos existentes, se considerarmos que nossa economia é instável e que inúmeros universitários estão desempregados engrossando filas para concursos públicos por falta de melhores opções no mercado, não é fácil mesmo fazer uma opção tão especial. Por outro lado, os pais e a escola, na maioria das vezes, não tiveram a perspicácia de treinarem seus filhos e alunos para fazerem escolhas.
Diante de tudo isso, é natural que essa juventude esteja insegura para a escolha profissional, num mundo globalizado com mudanças constantes e muitas vezes radicais nas questões políticas, econômicas, tecnológicas e sociais de modo geral.
Portanto, se em curto espaço de tempo o status quo não vai mudar, temos que repensar em quebrar antigos paradigmas referentes a trabalho como, por exemplo, emprego, carteira registrada, estabilidade, segurança, benefícios etc. e embutir nos currículos das escolas e na educação familiar, atividades e atitudes que venham a desenvolver a criatividade, a flexibilidade, a comunicação, autonomia, a tomada de decisões, o empreendedorismo, a análise, a crítica, a ética, a cidadania, a inteligência emocional, a busca do conhecimento e melhoria contínua que somadas possam fortalecer e trazer à luz as aptidões e talentos próprios da natureza humana. Com esses quesitos treinados e desenvolvidos, a possibilidade de desenvolvermos jovens seguros, com auto-estima elevada, prontos a assumirem riscos, aumenta consideravelmente, não só no campo profissional, mas em todas as esferas da vida.
Daí, então, poderemos falar de medo apenas como algo importante para preservarmos nossa integridade física e mental diante das escolhas e não como algo paralisante e limitador.
E, para concluir, não existem escolhas definitivas. Devemos conviver com a idéia de que, como qualquer outra escolha, a definição profissional é um processo de tentativa e erro. Algumas decisões amadurecem somente lá pela terceira década da vida; outras, como ocorrem com certos remédios, têm prazo de validade.
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Encarar o novo é o que mais dá medo
Um levantamento realizado pela Secretaria de Estado da Saúde divulgado ontem mostra que encarar o novo ou lidar com alguma circunstância inesperada na vida é o que mais incomoda adolescentes paulistas entre 10 aos 20 anos de idade. O estudo, feito com base nos atendimentos do projeto Dá pra atender?, da Casa do Adolescente, aponta a causa como responsável por quase 20% das queixas entre os jovens.
A pesquisa foi realizada durante todo o ano de 2007 com 200 adolescentes, selecionados aleatoriamente, que procuraram atendimento no programa pela primeira vez. A maior finalidade do estudo é avaliar os diagnósticos mais freqüentes entre os jovens que procuram algum tipo de ajuda psicológica.
Do total da amostragem, 100 são mulheres e 100 são homens. Em ambos os sexos, a preocupação com o novo lidera as queixas, com 18% entre as jovens e 19% entre os meninos.
Entre as adolescentes, a segunda principal queixa são os problemas de relacionamento com os pais, com 14%, seguido por depressão, com 6%, e fatores psicológicos que afetam a condição física (sobrepeso), com 5% dos problemas entre as meninas.
Já entre os meninos, a segunda principal preocupação são os transtornos de aprendizagem, somando 18%. Os problemas de relacionamento com pai e mãe vêm logo depois, com 15%, seguido por problemas acadêmicos, com 14%, e por último o chamado transtorno desafiador opositivo (comportamento negativista, hostil), com 10%.
Conflitos internos e insegurança para enfrentar novos desafios são naturais nessa fase da vida, mas é preciso dar espaço para que os jovens falem e se expressem sobre esses assuntos. Trabalhar o lado emocional é fundamental para orientar os adolescentes, avalia Lia Pinheiro, coordenadora da pesquisa.
O projeto Dá pra atender faz um trabalho de emergência para ajudar adolescentes com dúvidas e questionamentos mais urgentes.
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MEC propõe nesta segunda trocar vestibular de federais por novo Enem
A ideia é unificar o acesso às vagas em 55 universidades federais.
A intenção, de acordo com o ministro da Educação, Fernando Haddad, é selecionar que está mais bem preparado. "Os vestibulares da maneira como são feitos hoje mais desorientam do que orientam em função da ênfase, sobretudo, na memorização e na informação e pouca ênfase na formação e na capacidade analítica dos estudantes", disse.
O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Amaro Lins, destacou que para a mudança vigorar, os reitores precisam aderir. "É importante frisar que as universidades federais têm plena autonomia. Então, elas não são obrigadas a participar do sistema”, disse.
Pela proposta do governo, a mudança seria colocada em prática a partir do ano que vem. O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Mauro Mendes Braga, afirma que a alteração pode exigir mais tempo. "A UFMG não estaria pronta para iniciar um processo como este no ano de 2010, é impossível."
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Depoimentos de Estudantes
O estudante Caio Nasser Mancini, que tirou a maior nota no último Enem (9,85), aprova a mudança. "Eu acho que, fundindo as duas provas, a gente poderia fazer até uma revolução no ensino. Eu acho que é o que precisa: a gente ter conta com o teórico e com o pratico", avalia.
O "Fantástico" entrevistou alunos que vão prestar vestibular este ano. "No vestibular você está quase matando seu oponente. É quase uma guerra de videogame, porque é matar a pessoa. Mas no Enem, não. No Enem é só para voce ter noção do seu conhecimento, e não para você entrar numa faculdade", disse uma estudante.
"A gente tem um Ensino Médio todo preparado para fazer o vestibular. É mais 'decoreba' do que realmente um aprendizado, porque a gente tem de decorar uma coisa ao longo do ano para chegar e aplicar numa prova", afirmou outro rapaz.
"Seria viável se fizesse um plebiscito em que cada um falasse sua opinião e realmente prevalecesse", propõe uma jovem.
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Opinião: Bom aluno que não passou no vestibular pode ter se 'autoboicotado'
Razão pode estar no temor em passar para a vida adulta.
Mais do que se atirar nos livros, o momento é de reflexão.
Ana Cássia Maturano Especial para o G1
Nessa época, tem-se falado muito sobre os vestibulares. Nesta coluna, falamos das repúblicas e dos trotes. Da nova vida para aqueles que iniciam a faculdade. Existem, no entanto, muitos jovens que estão vivendo um momento inverso – aqueles que não obtiveram sucesso nas provas. Para eles, o momento é de reflexão de modo a entender a situação e o que poderão fazer para que as coisas sejam diferentes.
Provavelmente, a frustração tem dado o tom para eles. Se souberem usá-la a seu favor, a possibilidade de que saiam dessa experiência com ganhos é maior.
Quando digo ganhos, não me refiro a algo concreto. E, sim, a uma mudança interna que permite que as pessoas conduzam suas vidas de uma maneira mais produtiva. Para tanto, é importante pensar sobre o que pode ter interferido para que o resultado não tenha sido positivo.
Alguns não tiveram surpresa nenhuma. Sabiam que não iam passar, ao menos nos mais concorridos. Percebem em si próprios a falta de vocação para os estudos. Nem todos a têm. Muitos nem se arriscaram a disputar uma vaga.
Entre os que nem tentaram as melhores, muitos já de antemão consideram que não vão conseguir. Não por falta de afinidade com os estudos. Pensam não serem capazes de enfrentar os vestibulares e de seguir um curso que, na mente deles, é mais puxado. No fundo, não se sentem merecedores de cursar aquelas consideradas mais importantes.
Outros realmente se esforçaram, mas faltou um pouquinho. Muitas vezes, a carreira escolhida é muito disputada e nem sempre da primeira vez é possível conseguir. Basta lembrar da medicina. Geralmente, os pretendentes a médicos fazem ao menos um ano de cursinho. Para esses, o jeito é não desanimar e se fixar em seu objetivo, sabendo que é um caminho difícil mesmo.
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Cursinho pode ser um bom momento
O período de cursinho pode ser um bom momento para considerarem se a carreira escolhida é a que querem seguir. Além de poderem perceber, após as provas, quais as áreas de estudo que precisam se dedicar mais. Não temos muita noção do que sabemos e do que não sabemos. A realização das provas ajuda a ter esse parâmetro e a organizar os estudos para os próximos desafios.
Muitos jovens precisam estudar mais. Contaram com a sorte. Claro que esse fator existe. Por vezes, caem tópicos que não se domina, não deu tempo de estudar. Porém, acham que dando uma olhada na matéria, tudo vai dar certo. Como se alguma entidade fosse lhes indicar as respostas corretas. É melhor estudar e confiar em si próprio.
Há alguns estudantes que surpreendem a todos. Apesar da facilidade com os estudos, sabedoria e uma inteligência refinada, não conseguem entrar na faculdade. Às vezes, chegam a ter resultados ruins, que não correspondem ao seu perfil.
Ninguém de uma hora para outra deixa de ter habilidades intelectuais ou esquece de tudo o que aprendeu. Provavelmente, essas pessoas acabam boicotando, sem se darem conta, sua entrada na faculdade, melhor dizendo, sua entrada na vida adulta. Ou por sentirem que não darão conta de dar esses passos na vida ou por temerem crescer.
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Passar no vestibular & Medo de crescer
Medo de crescer é algo mais comum do que imaginamos. Sem contar aquelas pessoas que não conseguem se empenhar na prova por justamente não saberem que profissão seguir.
Crescer faz parte da vida. É difícil para todos. Mas também é gratificante. Não tem jeito, por mais que se tente protelar isso.
O importante é que para aqueles que não conseguiram a aprovação no vestibular, mais do que se atirar nos livros, o momento é de refletir o que é preciso ser feito para que, no próximo, as coisas possam ser diferentes.
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Setembro é mês de estresse para os vestibulandos
Pesquisa de mestrado da Unicamp avaliou 92 estudantes.
O estudo mostrou que eles se estressaram mais em setembro do que no dia da prova.
Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o momento de maior estresse para os vestibulandos não é a hora de responder à prova. Uma pesquisa de mestrado da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mediu o nível de estresse de 92 estudantes de um cursinho pré-vestibular e verificou que eles ficaram mais estressados no mês de setembro, época na qual são realizadas as inscrições dos processos seletivos de diversas universidades.
“Nessa época eles têm que escolher para que cursos vão prestar, em quais faculdades vão tentar [vaga], o que pode gerar esse estresse agudo. Outro agravante é sentir a proximidade do vestibular, que é feito dois meses depois”, explica a educadora física Maria Cândida Camargo Rolim, autora da tese de mestrado, concluída neste ano.
Já aprovada no curso ciências biológicas da Unicamp, a então vestibulanda Maria Cecília Alvim de Camargo Penteado, 19, sentiu a pressão da proximidade dos exames. “Fiquei na dúvida se devia tentar em várias faculdades, tive medo de ficar sobrecarregada. Também fiquei pensando ‘não estudei tudo ainda, será que vai dar tempo?’”, contou. Ela disse ter conseguido manter a calma no dia da prova. “Se eu ficasse muito nervosa, ia esquecer tudo.” Para poder estudar mais, no ano passado, ela deixou de freqüentar aulas de futebol e passou a sair menos com o namorado, que também ia prestar vestibular.
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Nível de estresse do vestibulando
Para avaliar o nível de estresse dos estudantes, eles foram submetidos, mensalmente, a coletas de saliva que media a concentração do cortisol, um hormônio indicador biológico do estresse. O exame era feito em três horários diferentes do dia às 8h, às 12h e às 18h.

Gráfico da variação do nível de cortisol dos vestibulandos avaliados
Em agosto, o cortisol médio dos estudantes avaliado às 8h estava em 0,57 micrograma por decilitro de saliva, considerado normal para o horário. Em setembro, a média subiu para 0,83 micrograma por decilitro de saliva, nível que pode chegar a prejudicar a memória, segundo afirmou a professora Regina Célia Spadari, orientadora da pesquisa, professora voluntária do Laboratório de Estudos do Estresse (Labeest) do Instituto de Biologia da Unicamp e docente da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).
“Em setembro a gente começa a se tocar que está chegando [o vestibular] e dá medo de não passar. Eu fiquei elétrica pensando ‘não posso perder tempo’. No dia da prova já nos preparamos psicologicamente para ter calma”, disse Cristina Hulshof, 18, que também foi aprovada para pedagogia.
No dia da prova do processo seletivo da Unicamp, a média do hormônio do estressse dos estudantes ficou em 0,74 micrograma por decilitro de saliva.“É normal que o cortisol aumente em momentos de estresse. Essa reação prepara o organismo para enfrentar a situação, deixando a pessoa com o raciocínio mais rápido”, explicou Regina Célia. Segundo ela, se há aumento constante desse hormônio em vários períodos do ano, isso pode atrapalhar a memória, levar à hipertensão e até diabetes. A pesquisa, no entanto, não avaliou se o estresse trouxe danos à memória dos vestibulandos.
Além dos 92 estudantes, o levantamento também analisou o nível de cortisol de 48 alunos do segundo ano do ensino médio e o hormônio deles permaneceu estável.
Ambas as pesquisadoras, disseram terem se surpreendido com o resultado do levantamento. Elas pensavam que a maior média seria registrada no dia da prova. Os vestibulandos também responderam a um questionário sobre percepção de estresse e disseram não terem sentido alterações.
Anderson Birocchi, 19, que participou do estudo e hoje cursa ciência da computação na Unicamp disse também ter se surpreendido com o resultado. “Achava que no dia da prova todo mundo estava no top do estresse”, afirmou. Ele conta que em setembro “começou a bater o desespero” por causa da pressão de estar perto do dia do exame.
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Evitando o estresse do Vestibular
Segundo a professora Regina Célia, para combater o estresse é ideal que os vestibulandos não abandonem atividades de lazer no ano que vão prestar o concurso. Pais e professores de cursinho também devem tentar não pressionar muito o estudante, diz a pesquisadora.
“Os alunos podem também buscar ajuda de profissionais capacitados como um psicólogo ou um terapeuta muscular”, afirmou. Outra dica dela é o aluno ter alguma atividade planejada para o ano seguinte, caso não passe no vestibular.
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Dê adeus ao estresse
Saiba como manter a saúde física e mental neste momento de decisões
A hora do vestibular está chegando e, com ela, a preocupação de que não vai dar tempo de estudar tudo. Como conseqüência desta pressão, forma-se o quadro mais comum nesta época do ano: estudantes estressados.
Todos nós temos pontos de tensão espalhados pelo corpo e, nos vestibulandos, esses pontos costumam aparecer em determinadas áreas comuns. Cabeça, olhos, nuca, estômago e intestino são os que mais sofrem devido às pressões do vestibular.
Os sintomas mais comuns são dores de cabeça, vista embaralhada e falta de concentração - como não conseguir captar a idéia central de um texto, tendo que reler tudo desde o início.
Muitos estudantes também sofrem de dores na coluna, nas pernas e até dores de barriga, que podem impedi-los de ir bem na prova. Felizmente, todos esses fatores têm uma causa comum que pode facilmente ser combatida.
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O apoio começa em casa
vestibulando pode parecer encolhido dentro dos seus ombros ou andar de cabeça baixa, demonstrando uma postura de desistência. Esta aparência tem uma explicação. "O vestibular é o primeiro momento de grande concorrência da vida", diz Daniela. Na Universidade Federal do Paraná, por exemplo, a média de concorrência é de 144 mil candidatos para 4 mil vagas. Ficam de fora 140 mil alunos. Explicar para as pessoas que elas não são ruins porque podem não passar não é muito simples.
A frase "não vai passar" não deve ser usada. "Quando a gente põe algo no negativo aquilo vai trazendo para o estudante uma postura mais derrotista e dificuldades na hora do estudo. As palavras do pai ou da mãe causam um impacto muito importante e por isso devem ser sempre palavras de estímulo", explica.
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É preciso equilibrar
De acordo com os especialistas, outra coisa importante para essa etapa da vida é uma atividade física. Se não houver tempo para academias, é aconselhável uma caminhada. O importante é colocar o corpo em movimento, porque isso vai gerar mais energia.
Também são recomendadas algumas horas de lazer. Sair, dar uma volta e conversar com amigos não é pecado.
O vestibular com tranqüilidade é a média entre horas de estudo, atividade física e um lazer saudável". Porém, o mais importante é estar 100% presente naquilo que estiver fazendo, seja estudando ou descansando.
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Respeito ao corpo para manter a mente livre!
Para acabar com os incômodos causados pelo estresse, é preciso respeitar o corpo e trabalhar dentro de seus limites. Uma boa dica é criar um cronograma de estudo, destinando tempo para estudar todas as matérias, fazer as revisões e dar aquela reforçadinha nas mais difíceis. Sem esquecer, é claro, das horas de descanso.
Outro ponto importante é a alimentação. Distúrbios de apetite nesta fase são muito comuns. O estudante não consegue comer, e aí falta energia para a hora da prova, ou come compulsivamente, e pode correr o risco de ter uma tremenda dor de barriga.
Para que isto não aconteça, deve-se ingerir muito líquido e ter uma alimentação balanceada. Para a semana da prova, o ideal são comidas leves. O respeito ao corpo é devolvido na nota.
Para quem sofre de sono demais ou de insônia, o indicado é praticar exercícios físicos. Esta é uma excelente maneira de conseguir a energia necessária ou de gastar a que está sobrando. Alongamentso também são importantes. Recomenda-se que a cada 50 minutos de estudo, o aluno faça 10 minutos de alongamento.
Por fim, o vestibulando não pode descuidar do descanso. O ideal são oito horas de sono, para que o corpo repouse o suficiente.
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